sábado, 8 de julho de 2017

“Rui Canas Gaspar é um setubalense que domina em absoluto o conhecimento da sua cidade e da região que nos envolve. Já escreveu sobre as gentes, os locais, os usos e costumes, a serra da Arrábida, apresentando na sua forma de escrever a característica dos que são capazes de nos captar a atenção ao longo das suas páginas. 

De uma fluidez simples e escorreita apresenta-nos as suas obras de uma forma muito peculiar encontrando histórias várias que nos acompanham ao longo das obras” 

Jornal O SETUBALENSE 

2017-julho-07

segunda-feira, 19 de junho de 2017

SADO
Convite para si e para os seus amigos 

Chamam-me Sado, mas também já fui conhecido por Sadão, Calipus e pelas mais diferentes designações ao longo dos séculos desde que comecei e percorrer os 180 quilómetros que separam a zona do meu nascimento, no Alentejo, junto ao Algarve, até à minha foz em Setúbal, frente à Serra da Arrábida. 

Em Setúbal até gostam de me alcunhar por “rio azul” porque na maior parte dos dias apresento-me vestido com uma linda roupagem da mesma cor do céu. 

Imaginem que agora o meu amigo Rui Canas Gaspar escreveu mais de duas dezenas de temas que abrangem os mais diferentes aspetos da minha vida, desde a chegada dos fenícios e romanos, passando pela retenção das minhas águas nas barragens que os homens construíram ao longo do meu curso. 

Aproveitou este facto para ir dar uma vista de olhos a algumas belas e produtivas herdades que se encontram junto às minhas margens e não deixou de falar com as pessoas que por lá laboravam ou que tiraram o seu sustento das minhas águas. 

O autor escutou também e agora partilha, lindas e curiosas lendas e histórias contadas ao longo dos séculos naquelas noites quando a lua me vem beijar e os pescadores e barqueiros olham curiosos e com alguma inveja. 

Relata histórias de vida de apanhadores de ostras, de chocos e até de lixo deixado por alguns a quem lhe forneço o sustento e assim não deviam proceder, vá lá que também tenho muitos e bons amigos que me vêm limpar! 

Dizem que a minha é uma das mais belas baías do mundo e até faz parte de um seleto clube, mas poucos sabem o porquê e a sua origem, por isso ao contar a minha história de vida não poderia deixar de desvendar este “mistério”… 

SADO é a história da minha e de muitas vidas e locais que agora dou a conhecer com mais detalhe e que poderá para além de vos deliciar com a narrativa servir também de guia ecoturístico para melhor me conhecerem bem como parte do ambiente que me rodeia. 

Porque acredito que gosta de mim, saiba que está convidado, tal como os seus amigos, para a apresentação pública do livro que conta a minha história e que terá lugar em Setúbal, na Casa da Baía (do Sado, pois claro!...) no sábado, dia 8 de julho, pelas 18,00 horas. 


www.livrosdorui.blogspot.com


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"SETÚBAL REVISTA" 
Julho 2017


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OPINIÃO DE UM LEITOR SOBRE O “SADO”

 Na passada sexta-feira, ao fim da tarde, quando saía de  casa, para ir passar o fim de semana na minha quintinha de Malaqueijo, aldeia do Ribatejo, situada entre Rio Maior e Santarém, abri o receptáculo de correio e dele retirei o seu livro, que levei comigo. Sem prejuízo de outras tarefas que tinha previsto, como regar as árvores de fruto, consegui lê-lo todo, com entusiasmo crescente, até domingo à tarde.
Devo dizer-lhe, com plena sinceridade, que essa leitura me proporcionou imensa satisfação.
Do que aprendi e concluí destaco o seguinte:

1)      O livro tem uma capa de muito bom gosto, está impresso em papel couché, é composto de 200 páginas e possui 140 gravuras a preto e branco, que mesmo não sendo a cores, devem ter tornado a edição bem mais cara do que seria com outro papel e sem gravuras, embora com detrimento da qualidade e apresentação;
2)      A dedicatória que teve a gentileza de escrever no meu exemplar, e que muito agradeço, falha apenas num ponto: pensar que eu iria “conhecer um pouco melhor o nosso Sado” quando, na realidade, depois de o ler, cheguei à conclusão de que, antes, quase nada sabia do “rio azul”; agora, sim, é que fiquei a conhecê-lo.
3)      Também conclui, que o meu amigo nasceu no dia 19 de Abril de 1948, pelo que tem agora 69 anos de idade, ou seja uma boa dúzia menos do que eu;
4)      A ideia de pôr o rio a falar é excelente e permite assegurar uma continuidade da descrição que, por assim dizer, flui como as águas do Sado, desde a nascente até à foz, permitindo uma exposição harmoniosa, coerente e sequencial dos assuntos, que proporciona uma leitura agradável e sempre interessante;
5)      A capacidade descritiva do autor, reveladora de uma grande vocação para a reportagem, o trabalho de investigação profunda e a seriedade do tratamento dos temas conferem à obra um inestimável valor etnográfico, regionalista e até científico;
6)       Não pude evitar que as lágrimas me viessem aos olhos, com a leitura de alguns capítulos, como foi o caso da lenda dos golfinhos do Sado, para a qual a sua capacidade criativa deu uma significativa contribuição; “os galeões do sal” e “o clube das mais belas baías do mundo” foram outros dois capítulos que muito me sensibilizaram e encheram de orgulho, como setubalense adoptivo;
A impressão global foi excelente e, pelo que refiro, excedeu as minhas expectativas. Dou-lhe, por isso, os meus sinceros parabéns. Fico à espera do próximo.

   Manuel Braz

segunda-feira, 17 de outubro de 2016


TROIA – UM TESOURO POR DESCOBRIR 

Duas dezenas de temas são abordados de forma simples e clara de modo a dar uma ampla panorâmica do que foi Troia desde o tempo da ocupação romana até à atualidade, agora que aquela restinga se nos apresenta como uma sofisticada estância turística.

Ao longo destes quase dois milénios de História muita coisa aconteceu desde o aparecimento de uma das mais vibrantes industrias conserveiras que não tinham paralelo em todo o império romano do ocidente, passando pelas manifestações de fé cristã conhecidas desde a Idade Média.

Mas, foi no início dos anos 70 do passado século XX que Troia viria ali chegar as potentes máquinas de construção civil que a iriam transformar decisivamente. A TORRALTA preconizava a edificação de uma cidade turística para setenta mil camas.

A revolução ocorrida em 25 de abril de 1974 viria a ter importância decisiva neste empreendimento e o megalómano projeto seria bruscamente interrompido.

Mais tarde o então Primeiro-Ministro José Sócrates e o principal acionista da Sonae, Belmiro de Azevedo, simbolicamente premiam o comando do detonador que faria implodir duas das inacabadas torres da TORRALTA iniciando-se assim uma nova vida para aquele resort.

Pelo caminho ficariam muitas histórias de que são protagonistas de entre outros os populares setubalenses, “Finuras”, “Kali” e “Ervilha”.

Histórias de salvamentos como o do ASA, aquele que ficou conhecido como o golfinho voador, ou de trágicos naufrágios como o da “Nau da Prata”  aquele possante galeão que carregado de ouro e prata arrojou à Costa da Galé.

“Troia – Um Tesouro por Descobrir” é mais que um livro, é um pedaço da nossa história, é um pouco das nossas memórias, é parte de nós mesmos.

A apresentação pública deste meu mais recente trabalho será no sábado, dia 26 de novembro de 2016, pelas 18,00 horas e terá lugar nas instalações do Bowling de Setúbal, junto à Doca dos Pescadores.

A entrada é livre não necessitando de qualquer tipo de ingresso ou convite.

Rui Canas Gaspar
2016-outubro-17

sábado, 27 de agosto de 2016

Muito obrigado amigos e leitores

Informo que a partir de agora lamentavelmente não poderei disponibilizar-vos o livro “Arrábida Desconhecida” porquanto o mesmo se esgotou, encontrando-se somente meia dúzia deles ainda à venda em vários pontos da cidade de Setúbal.

Dos restantes títulos que editei ainda existem alguns exemplares disponíveis.

A Biblioteca Pública Municipal de Setúbal tem em seu poder todas as minhas publicações pelo que ali podem ser consultadas caso o desejem fazer.


Aproveitem estes belos dias de Verão para melhor poderem conhecer o nosso belo Parque Natural da Arrábida com ou sem estes meus livros que servem de guia ecoturístico desta maravilhosa região.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Tem a certeza que conhece a Arrábida?

No princípio de julho terão lugar as centenárias festividades em honra de Nossa Senhora da Arrábida e muitos serão aqueles que se dirigirão para aquele magnífico lugar que é o “conventinho”.  Provavelmente depois de muito andarem terão sede. Mas alguém pensou como chegaria a indispensável água até lá? De onde vinha ela até chegar à Fonte Samaritana?

Pelo caminho os caminhantes poderão encontrar-se com alguns javalis. Mas então estes não eram animais que se encontravam extintos no Parque Natural da Arrábida? Então como é que agora reapareceram?

Na sua ida até este lugar de eleição poderá ser que se sintam tentados a visitar a Lapa de Santa Margarida, local místico e muito visitado. Mas será que conhece a Lapa do Médico? Talvez… Porém, seguramente 99,99% daqueles que me estão a ler desconhecerão o maior tesouro geológico da Arrábida, a Gruta do Frade, muitíssimo maior e incomparavelmente mais linda que estas duas.

Na sua digressão olhará para o alto e até pode ver à distância o “castelo dos mouros” sabia que nessa zona, um pouco abaixo, residiu o ultimo eremita da Arrábida? O falecido “chico das saias” quer saber mais sobre ele?

As lendas tem a particularidade de nos fazer sonhar. Conhece a  da Senhora da Pedra Mua, relacionada com um local ali bem perto do Vale da Vitória, onde o nosso primeiro rei de Portugal andou a combater os mouros?

Estes são apenas alguns das dezenas de temas desenvolvidos para melhor conhecer a nossa Arrábida, um espaço aqui tão perto e tão desconhecido.

Pela  segunda vez abordo esta interessante temática em livro, desta feita naquele que intitulei “MISTÉRIOS DA ARRÁBIDA” e que vos convido a tomar contacto, sem terem o problema de terem um contacto direto com outro fenómeno que por ali  já foi observado, os O.V.N.I.S.

Rui Canas Gaspar
2016-junho-21

www.livrosdorui.blogspot.com

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

O “MISTÉRIOS DA ARRÁBIDA” relata-nos as aventuras da Patrulha Falcão, desta vez explorando a zona a poente do Vale dos Picheleiros, onde se encontra o CEADA, o parque de escutismo do C.N.E. de Setúbal.

Este, conjuntamente com o outro livro publicado, “ARRÁBIDA DESCONHECIDA”,  dão-nos um conhecimento muito completo do belíssimo e ainda de muitos desconhecido Parque Natural da Arrábida, formando provavelmente o mais completo guia ecoturístico desta região setubalense.

O livro já está escrito e registado encontrando-se na fase final de revisão sendo autor da capa o pintor e realizador cinematográfico setubalense Alberto Pereira, tal como o autor no livro um escuteiro amante da Arrábida.


A apresentação do “MISTÉRIOS DA ARRÁBIDA” está agendada para o sábado, dia 2 de julho, pelas 18,00 horas e terá lugar a bordo do barco EVORA que se encontra atracado no cais junto à Doca dos Pescadores, em Setúbal.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

“Histórias, Coisas e Gentes de Setúbal”

Vamos todos assistir ao nascimento?

Já imaginaram um grupo de trabalhadores a abrir uma vala e um deles bater com a picareta numa antiga ânfora romana e de lá jorrarem milhares de moedas romanas?

Sabiam que tivemos em Setúbal uma fábrica que processava de forma industrial a carne, os ossos e o óleo desses gigantes dos mares, as baleias?

Sabem como se começou a disseminar pela cidade a moda do peixe assado?

Conhecem o romance do “Romeu e Julieta” luso/francês?

E a história da Ermida do Anjo da Guarda?

O belo palácio da Várzea de Setúbal está quase a desaparecer, mas aqui vamos ficar a conhecer a sua longa história, estou a falar do Palácio dos Ciprestes.

Se não conhecem o Palácio dos Ciprestes certamente conhecerão, pelo menos por fora, o da Comenda. Aqui ficará a saber toda a sua história, do nascimento à morte lenta.

Se não chegaram a entrar no balneário Dr. Paula Borba para tomar uma banhoca, não sabem o que perderam, querem saber porquê?

E que dizer das touradas em Setúbal, realizadas na Praça do Bocage, no Bonfim, no convento de S. João ou na praça de touros que os republicanos se esqueceram de retirar a designação de D. Carlos?

Sabiam que muitos dos monumentos setubalenses já mudaram de poiso por mais do que uma vez? Uma autêntica dança que vão gostar de conhecer.

“Almeida bruxo”, “Kinito”, “Kali”, “Ervilha”, “Salmonete”, “Zé maluco”, “Finuras” são personagens que conviveram com muitos dos atuais setubalenses e que fazem parte do nosso imaginário e do nosso património.

Não gostarão de saber mais sobre o Coral Luísa Todi, o Clube de Ténis de Setúbal e o São Domingos Futebol Clube? Olhem que é bem interessante a história destas coletividades.

Mas, há mais, muito mais, são cerca de quatro dezenas de textos desenvolvidos ao longo de 200 páginas que me deu particular prazer em pesquisar e escrever, pensando no prazer que os meus amigos terão ao ler e no legado que podemos deixar aos nossos vindouros.

Por tudo isto, gostaria que todos os meus amigos e amigos dos meus amigos se juntassem a bordo do barco EVORA, no sábado dia 7 de novembro deste ano de 2015, pelas 17,30 para participarem comigo no nascimento do “Histórias, Coisas e Gentes de Setúbal” um bebé que terá como parteiros a nossa amiga Paula Borrego e o amigo António Cunha Bento dois bons e bem conhecidos setubalenses.

Rui Canas Gaspar
2015-outubro-20

www.troineiro.blogspot.com

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Para melhor identificar o meu projeto literário adotei este logotipo como imagem de marca

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Fábrica de Conservas " Espanhóis do Bonfim " (+playlist)

Com o meu velho amigo Márinho,  companheiro de tantas aventuras, fomos hoje, dia 17 de fevereiro de 2014 à descoberta do que resta da antiga Fábrica de Conservas António Alonso, popularmente conhecida pelos "Espanhóis do Bonfim".


Munidos de uma pequena máquina fotográfica, com funções de filmadora captamos algumas imagens que fui comentando sem qualquer guião ou ponto, como se estivessemos a trabalhar no trapézio e sem rede.

Como não temos objetivos comerciais nem sequer somos reporteres, limitamo-nos a ver e a tentar descrever aquilo que se nos deparava pela frente.

Aqui está o resultado final deste incursão a um local degradado, abandonado, vandalizado e com as entradas das instalações escancaradas e sem qualquer proteção.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

ARRÁBIDA DESCONHECIDA foi considerado o "Livro da Semana" pelo 
Jornal Folha Sadina 
na sua edição de 16 de janeiro de 2014.